Caso 'cães fantasmas': o que a CHC respondeu — atualizado

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Procedimento cirúrgico veterinário em programa público de castração

Caso em desenvolvimento. Após a repercussão das reportagens sobre os 'cães fantasmas' no programa Castra+, a Associação Catarinense de Gestão Hospitalar (CHC) divulgou esclarecimento. Resumimos, de forma direta, os pontos centrais da resposta da entidade — que serão atualizados conforme a apuração avançar.

Os pontos da resposta

1) As inconsistências não significam procedimentos fictícios, segundo a CHC, mas falhas de registro no sistema SinPatinhas, que teria ficado fora do ar em ocasiões.

2) Parte dos cadastros precisou ser concluída depois do atendimento por causa dessas instabilidades, o que explicaria ausências de nome completo de tutores em parcela dos registros.

3) As falhas foram comunicadas ao Ministério do Meio Ambiente, com registro de quando ocorreram, afirma a entidade.

4) Nenhum pagamento ocorre sem que a castração seja feita, comprovada e lançada no sistema — logo, sustenta a CHC, sem prejuízo ao erário.

Resumo da defesa: falha de cadastro no sistema federal, não procedimento inexistente; e pagamento condicionado a comprovação.

O que ainda não está resolvido

O Ministério do Meio Ambiente notificou a entidade e abriu apuração. Não há conclusão definitiva. A CHC afirma estar corrigindo os cadastros pendentes. Seguimos acompanhando e atualizaremos esta página com novas informações oficiais.

Pontos principais

  • CHC: inconsistências são falhas do SinPatinhas, não procedimentos fictícios
  • Entidade afirma ter comunicado as falhas ao Ministério do Meio Ambiente
  • Sem pagamento sem comprovação — logo, sem prejuízo ao erário, diz a CHC
  • Ministério do Meio Ambiente abriu apuração — caso em aberto

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